Ousado ou covarde?
Antigamente, na época da igreja primitiva, os cristãos pregavam e falavam de Deus com convicção, ousadia e fé. Hoje em dia não somos mais assim, não temos convicção, nos acovardamos e a fé é abalado por qualquer dificuldade
Olha como pensavam e agiam os primeiros cristãos :
Paulo disse em Filipenses 1:12-14
"Quero ainda, irmãos, cientifivcarvos de que as coisas que me aconteceram tem, antes, contribuído para o progresso do evangelho; de maneira que as minhas cadeias, em Cristo, se tornaram conhecidas de toda a guarda pretoriana e de todos os demais; e a maioria dos irmãos, estimulados no Senhor por minhas algemas, ousam falar com maos desassombro a palavra de Deus."
Podemos ver que Paulo não temeu nem se entristeceu com as aflições que o atingis, mas sealegrava ao ver que passar por aquilo inspirava outros irmãos a permanecerem firmes na fé e prosseguirem com ousadia, e não temor.
Paulo também declarou em Atos 20:24, assim:
"Porém em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus".
Paulo mostra que o mais importante para ele é a obra de Deus ser realizada, vidas serem salvas assim como a dele fora resgatada ao conhecer Jesus. Paulo não temeu a morte em nenhum momento de seu ministério, pois estava convicto de quem ao morrer,se encontraria com seu salvador. Ele se preocupava em não se apresentar de mãos vazias ao seu Senhor no dia do juízo final.
Paulo disse isso em Mileto, para a igreja de Éfeso, e se despediu, pois o Espírito Santo já o havia avisado que ele não mais voltaria depois de chegar à Jerusalém, como podemos ver em Atos 20:25 e antes em Atos 20:22–23
Então ele não falava da boca pra fora, mas sabia que sofreria por causa de sua fé, e mesmo assim não se atemorizou e continuou seguindo em frente, com a mesma convicção que mostrou em Filipenses 3:13–14:
"Irmãos, quanto a mim, não julgo tê–la alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo–me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus."
" 25 – Agora, eu sei que todos vós, em cujo meio passei pregando o reino, não vereis mais o meu rosto."
"22-23 – E, agora, constrangido em meu espírito, vou para Jerusalém, não sabendo o que ali me acontecerá, senão que me esperam cadeias e tribulações."
E o salmista declara em Salmos 119:67 e 71:
"67- Foi-me bom ter eu passado pela aflição para que aprendesse os teus decretos".
"71- Antes de ser aflingido, andava errado."
No versículo 71, o salmista engrandece a forma que a tribulação o fortaleceu e o aproxima de Deus. Esse versículo complementou o 67.
Anis se passaram e nós mudamos. Passamos a aceitar o mundo em que vivemos, ignorando o que Paulo disse em Filipenses 3:20:
" Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o salvador, o senhor Jesus Cristo."
Buscamos agora, uma vida boa e plena nessa terra corrompida, de valores invertidos que Deus abomina, e não damos valor em garantir a vida que teremos depois desse mundo ser destruído, a vida eterna que viveremos ao lado de Jesus.
Enquanto os nosso irmãos não temiam nem a morte e seguiam com sua coragem e fé, nós muitas vezes marcamos a fé por qualquer coisa, negamos seguir a Jesus, assim como Pedro o negou ser nem ao menos perceber, temos vergonha de sermos servos de Deus e esconder a fé se tornou algo natural. E isso, é negar à Cristo.
E por eles conheciam à Deus, sabiam a quem serviam e porque serviam.
Para ser como eles, é fundamental respondermos algumas perguntas:
1– Quem é Deus?
2– O que ele fez por mim?
3– O que eu sou para ele?
4– O que eu ganho por serví–lo?
5– O que ele é para mim?
6– Qual é o valor dele pra mim?
7– O que estou disposto a sacrificar por ele?
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